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Burro na Mesa

Antro de estupidez onde jazem comentários de conteúdo variado | BLOG DE HUMOR

Burro na Mesa

Antro de estupidez onde jazem comentários de conteúdo variado | BLOG DE HUMOR

O podcast caseiro!

O título é sugestivo, certo? A verdade é que sempre que vemos a palavra "caseiro", associamos a coisas boas, seja o bolo feito pelas nossas avós, seja aquele tipo de cinema mais animado, vá... Mas na verdade, o emprego do "caseiro" serve única e simplesmente para vos falar de um podcast que bai (sim, escrevi com "b") até casa.

BOU ATÉ CASA é o meu novo podcast, em conjunto com mais um indivíduo. É um podcast animado, bem humorado e que tenta abordar os vários temas, quer sejam a atualidade, filosofia ou até mesmo comentários ao incrível mundo dos anfíbios, sei lá. A verdade é que se pode falar de tudo neste podcast. E portanto, ouvi-lo não é de todo uma perda de tempo!

Atualmente, à data de escrita deste post, estão disponíveis 3 episódios do dito podcast, que podem consultar através deste link.

 

O podcast BOU ATÉ CASA também se encontra disponível nas várias plataformas:

 - No Instagram, em @bouatecasa.podcast

- No iTunes/Apple Podcasts, no Google Podcast, em aplicações como o Castbox, no YouTube (no canal "PQP - Porra, Que Produções"), etc. Basta procurarem no Google por "Bou até casa".

 

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publicado às 03:09

Ahh, malditas vírgulas...

Senhoras de todo o mundo, vocês podem afirmar que o tamanho do pénis não importa, mas isso não é verdade! Quer dizer, pelo menos para os homens importa. Para alguns, importa o tamanho do seu próprio vergalho; para outros, os mais compassivos, importa não só a dimensão do seu próprio mastro, como o do Lourenço Ortigão (e “como o do Lourenço Ortigão” é uma frase que estes últimos gostariam de dizer, mas a Kelly Bailey não deixa).

 

Mas por que é que importa? – perguntam vocês. A explicação é simples. Matematicamente falando, o tamanho da picha é diretamente proporcional à confiança de um homem (confiança ou bazófia, chamem-lhe o que quiserem…). E esta lei matemática cumpre-se à risca… pelo menos até vir a gramática e escangalhar tudo…

 

 

No meu quotidiano, tenho de fazer atividades normais, como ir ao supermercado. E nessas minhas idas às compras, descobri que se pagar com notas grandes, há uma enorme probabilidade de o funcionário me perguntar se não tenho trocado ou notas de menor valor. Sabendo disto, decidi que, a partir daquele momento, iria sempre pagar as compras na caixa de supermercado onde estivesse a miúda mais gira e que o faria sempre com notas grandes. E aconteceu o que estava à espera: uma bela moça a dizer-me “Tão grande… Não tem mais pequeno?”. Estava consciente de que ela estava a falar do dinheiro, mas o meu subconsciente, moldado por uma perversidade digna de Quim Barreiros, associou imediatamente a pergunta ao pénis. Aumentou-me logo a confiança!

 

E fui repetindo este ritual, principalmente quando estava mais em baixo. A verdade é que tudo corria de feição nesta minha nova descoberta, até ao dia em que a rapariga decide parar no meio da frase para suspirar, fruto de um dia intenso de trabalho, e o que eu ouço é: “Não tem mais, pequeno?”. Eu não podia acreditar no que estava a ouvir. Eu estava consciente de que ela estava a falar do dinheiro, mas o meu subconsciente, moldado por uma perversidade digna de Bocage, associou logo a pergunta ao pénis. E dessa vez doeu… foi uma facada na bazófia…

 

Por isso, declaro guerra aos suspiros, vírgulas, reticências a meio das frases e outras paragens em geral! Por culpa da vírgula, nunca mais consegui ir àquele supermercado…

publicado às 16:56

God Save the Queen

Por terras de sua majestade, parece estar tudo a correr às mil maravilhas... Não bastasse o nascimento de Archie (o bebé de Harry e Meghan Markle), o Reino Unido consegue garantir que ambas as equipas da final da Liga dos Campeões sejam inglesas, sendo ainda possível que as duas equipas finalistas da Liga Europa também o sejam (caso Arsenal e Chelsea passem à final, claro). Não fosse o Brexit, teríamos motivos para acreditar que os ingleses são os habitantes mais felizes do mundo, apesar daquela meteorologia medonha e da gastronomia peculiar, chamemos-lhe assim...
 
 
Mas o mais curioso nisto tudo é a ironia. Quem diria que um May traria tanta felicidade ao Reino Unido...
 

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AHH! Mais uma coisa! Por favor, Meghan e Harry, não façam como aquelas pessoas que metem um emoji a tapar a cara do bebé nas fotos do Facebook. É que eu tenho um primo com cara de emoji, que está sempre a ser incomodado pelas pessoas na rua por causa disso e eu tenho de o aturar sempre a dizer "Do meu problema ninguém fala, nem o «E se fosse consigo?»"... É uma canseira...

publicado às 03:55

Poesia de palito na boca

Antes de mais, os meus cordiais cumprimentos a todos os leitores. Todos, desde que não sejam pretos, ciganos ou homossexuais. Aos homens, um aperto de mão bem forte ao ponto de fraturar todas as falangetas; às mulheres, nada, porque vamos falar de política, que é coisa de macho! CALMA! Não venham já com as tochas e forquilhas para cima de mim! Não sou misógino, xenófobo, homofóbico ou algo semelhante. Apenas estou a fazer uma interpretação da visão política dos visados do artigo de hoje: o Partido Nacional Renovador, o PNR, que é o mais tradicional dos partidos de extrema-direita em Portugal.

 

Estamos a pouco mais de duas semanas das eleições europeias e, portanto, a parte mais divertida já começou: os debates. Mas, nestas eleições, descobri algo ainda mais divertido do que os debates: a reação dos outros dirigentes partidários aos debates, através das redes sociais. José Pinto-Coelho, através do Twitter, criticou duramente a SIC pelo facto do PNR não ter sido incluído no debate dos novos e mais pequenos partidos do espetro político português, declarando guerra à estação de Paço de Arcos. A verdade é que eu compreendo perfeitamente o fascist… o senhor político. Num mundo a resvalar para a extrema-direita, só convidam um gajo que começou a odiar ciganos há uns quinze dias e não convidam o líder do PNR, que odeia muçulmanos desde o 25 de abril de 1974 (data que, por acaso, ele também odeia)? É indecente!

 

No entanto, José Pinto-Coelho já definiu a sua estratégia: usar as redes sociais para dar a conhecer as suas ideias, já que não pode contar com a televisão. Para isso, já arreganhou os dentes feito cão raivoso e começou a atacar, para se aproximar do povo… e nada soa mais a povo do que rimas que parecem provérbios. Então, no Twitter do dirigente do PNR, podemos ver a seguinte campanha:

 

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“Só um partido serve, como vós sabeis: no boletim de voto é o número seis”. Sempre achei que partidos desta índole considerassem que a poesia e a cultura em geral são coisa de malandro, mas pelo visto, enganei-me. No entanto, acho coerente a utilização da segunda pessoa do plural… pelo menos, as ideias antigas ficam associadas a uma linguagem também ela arcaica. Portanto, mais coerente, impossível…

 

Mas imbuído neste espírito de Bocage das barracas, decidi ajudar os demais partidos políticos com sugestões de rimas para a campanha, todas elas péssimas, como poderão ler abaixo:

 

«Como nós não há nenhum, por isso, vote no número um»

 

«Para ficar melhor depois, vote no número dois»

 

«Se não tem um gémeo siamês, vote no número três»

 

«Evite as dores de parto, votando no número quatro»

 

«Se o seu clube precisa de um bom trinco, vote no número cinco»

 

«Se a sua vida é uma retrete, vote no número sete»

 

«Cansado de não praticar o coito? Vote no número oito»

 

«O Programa da Cristina já não o comove? Vote no número nove»

 

Eu avisei, todas as sugestões são péssimas, mas a política serve para quê mesmo? Para nos rirmos, está claro! E esse propósito, estas frases cumprem, espero eu…

 

Ainda faltam muitos números, por isso, conto convosco para ajudarem os nossos políticos, coitadinhos, que têm tanto trabalho. Nos comentários, ajudem os candidatos a criar poemas de uma frase apenas para os números que faltam, para ver se a política nacional arrebita!

publicado às 18:53

Reino Unido, get out!

Juro que começo a ficar farto disto! Então o Reino Unido nunca mais sai da União Europeia? Eu até sou contra a saída, já que adoro o facto de podermos gozar com climas e gastronomias alheias sem precisarmos de passaporte, mas tanta indecisão já começa a fartar.

 

Sabem quando damos uma festa em casa para os amigos e, de repente, são duas da manhã e há um amigo que insiste em não querer ir embora? Esse amigo é o Reino Unido. Notem que este amigo já estará claramente embriagado, ao ponto de tomar decisões inconscientes e que podem pôr em causa a sua própria integridade… E apesar de estar sempre a anunciar que vai embora, diz que quer ficar mais um bocadinho, porque as coisas em sua casa não estão lá muito bem: a mãe discute com a nora, a sogra mete veneno na sopa do pai, o gato anda a ter conflitos com o sofá ao ponto de o arranhar todo, enfim… os normais problemas de uma família. Isto, para não falar de um avô com Alzheimer que anda para lá sempre a gritar muito alto «order, order, order!».

 

Entretanto, naquele vai e não vai, vomita-nos a casa toda e deixa tudo de pantanas… Porra, Reino Unido! Vai embora de uma vez por todas! Amanhã acordamos cedo para ir trabalhar… Não há uma mãe Alemanha ou uma mãe França que ponha o Reino Unido fora? (Para aqueles que estão a estranhar, sim, a União Europeia é uma família fruto de um relacionamento lésbico). Ou até mesmo um tio bêbado, como Portugal?

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publicado às 17:48

Lição nº1. Sumário: Apresentação.

Hoje, este blog celebra 39 dias de existência e eu, como gosto de datas redondas, decidi celebrar esse facto! Como tal, deixo-vos com o texto de introdução ao blog, criado nessa altura, mas que por motivos de estupidez e esquecimento do autor, não foi publicado no momento devido.

 

 

 

Décimo ano. Setembro. Iniciava eu a disciplina de Filosofia, ouvindo falar na Alegoria da Caverna. Para quem não sabe, esta alegoria de Platão fala sobre a possibilidade de o ser humano poder iniciar o seu percurso na busca da verdade, libertando-se da escuridão e procurando o conhecimento e a experiência. No fundo, é a antítese do que se vai passar aqui. Nesta bodega só se encontra mentira, negrume, estupidez, muita estupidez e imensa estupidez. Aliás, tanta estupidez que eu nem sei bem se é mesmo aquele o significado da Alegoria da Caverna. Mas a mim que me importa, azar o vosso.

 

Não esperem tratamento cordial, simpatia ou olhares pecaminosos de professor de Educação Física. A minha única intenção é iludir-vos, fazer de vocês a minha Fernanda Câncio, sendo eu o Sócrates (o que grita com os Procuradores, não o que foi mestre do já referido Platão). Veem? Já vos estou a insultar… chamei-vos «Fernanda Câncio» e sei que isso dói no vosso coraçãozinho…

 

Pretende-se graça nesta página. Quero que passeemos de mãos dadas num pranto mágico. Quero ser o Egas do vosso Becas (sem a parte do sexo). Quero ser o terceiro seio que nasce no vosso corpinho depois de uma viagem a Chernobyl. Quero regozijar-vos com humor. E humor não é só o nome de um lateral-esquerdo do Sporting (Lumor) dito pela Sílvia Alberto. Humor é alegria, humor é felicidade, humor é vontade de ir ao Priberam ver o que significa humor, uma vez que eu não sei bem o que é.

 

E pronto, assim se preambula. Ou então não, mas também não quero saber. Adeus.

 

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publicado às 18:06

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